Nada sou, nada posso, nada sigo.
Trago, por ilusão, meu ser comigo.
Não compreendo compreender, nem sei
Se hei-de ser, sendo nada, o que serei.
Fora disto, que é nada, sob o azul
Do largo céu um vento vão do sul
Acorda-me e estremece no verdor.
Ter razão, ter vitória, ter amor.
Murcharam na haste morta da ilusão.
Sonhar é nada, e não saber é vão.
Dorme na sombra, incerto coração.
Fernando Pessoa
segunda-feira, 9 de maio de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
15/1O/2010

Deles eu vi muito pouco. Lembro do cabelo ruivo em movimento, os passos desconcertados daquela dancinha engraçada, a cara barbuda e sisuda do outro.
Já os sons ficaram bem guardados, os acordes que eu sei de cor, a voz rouca de um, a doce do outro, o coro de 16 mil antes da entrada triunfal.
E isso fez tudo valer a pena, todos os estresses antes da data, o calor, a falta de ar, a imagem terrível dos desmaios, a sofrida tentativa de estar mais perto, porque a sensação foi uma das melhores que eu já senti. A energia que vibrava de cada música cantada com toda emoção por cada um presente, um sentimento uníssono, o choro e a alegria nos rostos de quem recordava de algo bom com os versos que ressoavam.
Foi bom ver eles de volta sobre palcos, foi bom vê-los pela primeira vez, foi boa tanta espera.
Já os sons ficaram bem guardados, os acordes que eu sei de cor, a voz rouca de um, a doce do outro, o coro de 16 mil antes da entrada triunfal.
E isso fez tudo valer a pena, todos os estresses antes da data, o calor, a falta de ar, a imagem terrível dos desmaios, a sofrida tentativa de estar mais perto, porque a sensação foi uma das melhores que eu já senti. A energia que vibrava de cada música cantada com toda emoção por cada um presente, um sentimento uníssono, o choro e a alegria nos rostos de quem recordava de algo bom com os versos que ressoavam.
Foi bom ver eles de volta sobre palcos, foi bom vê-los pela primeira vez, foi boa tanta espera.


"Canta que é no canto que eu vou chegar
Canta o teu encanto que é pra me encantar
Canta para mim, qualquer coisa assim sobre você
Que explique a minha paz
Tristeza nunca mais"
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem, ou sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se elas aprendem a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto. A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta.
Nelson Mandela
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