sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem, ou sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se elas aprendem a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto. A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta.

Nelson Mandela

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Escolhas me doem. Doem porque eu sempre tenho a forte impressão, que a outra é melhor, que eu errei na decisão. Eu penso demais, é o que todos dizem. Eu anseio demais. Há insegurança demais.
Penso por todos os lados, todos os afetados. Mudo de planos pra não machucar, o outro, o você. E me machuco. Insatisfação. Essa vontade insaciável, essa busca de não-sei-o-quê.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Queremos saber

"Queremos saber,
Queremos viver
Confiantes no futuro
Por isso se faz necessário prever
Qual o itinerário da ilusão
A ilusão do poder"

Gilberto Gil
Eu gosto do cheiro que a tua pele exala, é natural, é teu, não se encontra em fragância nenhuma, mistura de pós-banho com suor humano. Gosto desse cuidado, preocupação até excessiva, que transmite uma segurança ímpar, um bem querer, olhos sempre presentes. E do teu abraço, do braço viril que contorna todo meu corpo, que protege, me ergue, abrigo. Esse oposto que me atrai.
Cinema, antimatéria. Literatura, quântica.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Pra não passar agosto esperando setembro!

Para atravessar agosto ter um amor seria importante, mas se você não conseguiu, se a vida não deu, ou ele partiu - sem o menor pudor, invente um.

Caio F. Abreu

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Mire e veja: o mais importante e bonito do mundo, é isso: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas - mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam.

Guimarães Rosa

terça-feira, 27 de julho de 2010

Nada é impossível de mudar

Desconfiai do mais trivial,
na aparência singelo.
E examinai, sobretudo,
o que parece habitual.
Suplicamos expressamente:
não aceiteis o que é de hábito como coisa natural,
pois em tempo de desordem sangrenta,
de confusão organizada,
de arbitrariedade consciente,
de humanidade desumanizada,
nada deve parecer natural
nada deve parecer impossível de mudar.

Bertold Brecht.